Disquete

E começando a nossa série sobre nossos antigos companheiros, não poderíamos começar falando de um equipamento muito usado por todos nós: o disquete. Por acaso, você já ouviu falar nele?

O disquete, que também é conhecido como Floppy Disk, era um dispositivo de armazenamento de dados composto por um disco magnético selado por um plástico no formato retangular, forrado por um tecido que removia as partículas de poeira da parte magnética. Os disquetes eram lidos e gravados por um leitor de disquetes, conhecido também por Floppy Disk Drive (FDD).

Os disquetes iniciais tinham o tamanho de 8 polegadas (200 milímetros), conhecidos pelo apelido de B por serem lidos pelos sistemas operacionais da época na letra B. A letra A era vada para o formato mais “moderno” do disquete, o que também era o mais conhecido: o disquete de 3 1/2. Tinha esse nome porque possuía 3 polegadas e meia de tamanho (90 milímetros), o que permitia um melhor manuseio. Foram usados a partir da década de 70 até início dos anos 2000.

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Disquetes de 3 1/2, com 1,44 MB.

A partir do ano de 2010, as placas-mãe deixaram de possuir suporte aos disquetes. Assim, se você quer utilizar um disquete nos dias de hoje, é necessário ter um leitor de disquetes externo, que pode ser comprado em qualquer loja especializada em informática e conectado à uma porta USB. Você com certeza encontrará muito mais facilmente um leitor externo de disquete A (3 1/2″) do que de um disquete B (8″), por serem menores e mais populares.

Por que deixaram de ser utilizados?

floppy1Por não fazerem mais parte da nossa realidade. Os disquetes tinham um armazenamento considerado muito baixo para os dias de hoje (de apenas 1,44 MB). Além disso, a confiabilidade na proteção dos dados era muito menor.

As unidades que liam os disquetes possuíam um botão que ejetava o disquete ao ser pressionado. Por se tratar de um sistema mecânico, a possibilidade de você danificar os dados era maior, uma vez que os dados podiam se corromper se o sistema operacional estivesse utilizando o arquivo (exemplo: o documento está sendo copiado para uma pasta dentro do HD) enquanto você pressionava o botão para removê-lo.

Se você utilizasse computadores Macintosh, porém, não haveria esse problema. É que esses computadores possuíam uma opção de remover o dispositivo através do sistema operacional, assim como é com os pendrives atuais.

Outra questão é sua vida útil. Os disquetes duravam muito pouco, certa de 5 a 6 anos. Além do mais, disquetes mais velhos costumavam soltar fragmentos do disco magnético, dificultando a leitura ou escrita dos dados.

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Disquetes de, respectivamente, 8″, 5,25″ e 3,5″.

Seu legado

Com  avanço na tecnologia e consequentemente no tamanho dos arquivos, ficou inviável salvá-los no disquete. Por isso, esses dispositivos foram substituídos por dispositivos maiores em capacidade de armazenamento, como os pendrives, cartões de memória, HDs externos, discos óticos, redes de computadores ou até mesmo nas nuvens.

Mas, não podemos esquecer de quem sempre esteve à mão quando precisávamos salvar nossos trabalhos escolares.

Créditos

Baseado no texto contido em “pt.wikipedia.org/wiki/Disquete”. Escrito por Esdras.
Figura 1: infoescola.com
Figura 2: i.stack.imgur.com
Figura 3: fitavhsparadvd.webnode.es

Esse conteúdo é parte da série “Antigos Companheiros”. Todos os direitos reservados a Rede LAN Soluções em Informática. Proibida a reprodução parcial ou total sem a prévia autorização.

 

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